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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
ABSCESSO DENTÁRIO
O
abscesso dentário é o acúmulo de pus, formando uma bolsa com conteúdo purulento
no osso ou na gengiva que circunda o dente acometido. Pode se apresentar de
forma aguda quando o paciente apresenta inchaço na boca de início abrupto ou de
forma crônica quando a infecção é gradativa apresentando assim poucos sintomas.
Existem
2 formas de abscessos nos dentes:
–
Abscesso da polpa do dente (canal que existe no interior do dente onde
encontram-se os vasos sanguíneos e nervos)
–
Abscesso entre o dente e a gengiva
Quando
o abscesso é originado na polpa dentária, normalmente causado por cáries que
invadem a polpa, este abscesso será visualizado no envolto da raíz do dente
(peri-radicular) envolvido através da radiografia.
Causas
do Abscesso Dentário:
Ocorre
quando bactérias invadem e infectam um dente, como resultado desta infecção
temos a formação do pús (células mortas), este ficando acumulado no tecido
forma o abscesso.
Condições
que permitem que as bactérias invadam um dente:
– Cárie dentária
– Ruptura ou quebra de um dente, o que permite a entrada de bactérias na polpa
– Alimentos ou outro material estranho que fique retido na gengiva pode levar a uma infecção bacteriana na área em torno dos dentes.
– Doença periodontal
– Ruptura ou quebra de um dente, o que permite a entrada de bactérias na polpa
– Alimentos ou outro material estranho que fique retido na gengiva pode levar a uma infecção bacteriana na área em torno dos dentes.
– Doença periodontal
As causas mais comuns de abscesso dentário são: cáries que
invadem a polpa dentária e doença periodontal (acúmulo de tártaro com perda do
osso que sustenta o dente).
Sinais
e Sintomas do Abscesso Dentário:
O conjunto dos sinais e sintomas abaixo
fazem parte do quadro de abscesso dentário:
– Dor latejante e persistente no dente ou área da
gengiva
– Dor ao morder com o dente afetado
– Gengiva avermelhada e aumentada de volume
– Febre
– Gânglios do pescoço inchados
– Dente escurecido
– Presença de pús nas gengivas
– Dor ao morder com o dente afetado
– Gengiva avermelhada e aumentada de volume
– Febre
– Gânglios do pescoço inchados
– Dente escurecido
– Presença de pús nas gengivas
Se você está com este conjunto de sinais
e sintomas ou parte dele, procure o seu dentista, pois se não tratado, o
abscesso dentário pode causar perda do dente e dos tecidos circundantes,
podendo também ocorrer a disseminação da infecção.
Tratamento:
Durante a consulta com seu dentista será
identificado a causa do abscesso e a possibilidade de drenagem. O dentista irá
prescrever anti-inflamatórios e antibióticos de acordo com a necessidade.
Se a causa for pela invasão da cárie na
polpa, sem outras complicações, o dentista irá realizar o tratamento de canal
(tratamento endodôntico).
Se a infecção for de origem periodontal
(bactérias que penetram entre o dente e a gengiva), será realizado o tratamento
periodontal através de raspagens e alisamento das raízes dentárias acometidas.
Prevenção:
Para evitar o abscesso dentário, as
orientações abaixo deverão ser seguidas rotineiramente:
– Escovar os dentes
após as principais refeições, utilizando a técnica correta
– Usar fio dental diariamente
– Consultar seu dentista a cada 6 meses.
– Usar fio dental diariamente
– Consultar seu dentista a cada 6 meses.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Saiba o que o hábito de roer as unhas pode causar a sua saúde bucal.
Roer as unhas é um vício que muitas pessoas possuem . O problema desse vício é que as consequências ocasionadas com esse mau hábito não é só para as unhas, sua saúde dental pode
sofrer muito mais do que a sua manicure.
Segundo a Academy of General Dentistry, crianças ou
adultos que roem as unhas podem fraturar, lascar ou desgastar os dentes
anteriores por conta do estresse causado pelo hábito. E aqueles que usam
aparelhos ortodônticos criam para seus dentes um risco ainda maior de reabsorção
radicular (um encurtamento das raízes) ou perda dental, uma vez que os
aparelhos já expõem os dentes a uma pressão aumentada.
Estudo também revelaram que pacientes que roem as
unhas, mastigam lápis ou apertam os dentes podem apresentar risco aumentado de
bruxismo — ação não intencional de ranger ou apertar os dentes que pode causar
dor facial, dores de cabeça, sensibilidade dentária, retração da gengiva e
perda dental.
Outros riscos para a saúde dental dos roedores de
unhas podem incluir feridas, lacerações dos tecidos gengivais provocadas pelos
bordos cortantes das unhas e contaminação por bactérias de outras partes do
corpo levadas à boca e da boca levadas ao leito da unha ou corrente sangüínea.
Os pacientes podem achar que usar um protetor bucal
pode deter o hábito e ajudar a evitar mais danos aos dentes. Alguns dentistas
também ajudam o paciente a usar técnicas de terapia, como aprender a repousar a
língua para cima com os dentes afastados e os lábios cerrados para evitar danos
aos dentes
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Causas da perda de dente
A perda de dentes ocorre por vários
motivos – ausência congenital, trauma, cárie ou doença periodontal e também por
falha mecânica.
Ausência congenital
Não é rara a ausência congenital de um
dente. O caso mais comum é o do dente primário que não tem um dente definitivo
para substitui-lo. Frequentemente isto se nota apenas na adolescência quando o
dente de leite cai, mas às vezes o dente primário permanece até falhar por falta
de apoio da raiz ou por causa de alguma doença. Neste caso teria que ser
removido. Antes de inserir um implante no lugar de um dente ausente, é
importante que o dentista verifique que não existe um botão, ou broto dental,
no osso. Os dentes ausentes mais comuns são os da maxila, principalmente os
incisivos laterais e os pré-molares.
Trauma
O trauma pode causar a perda imediata de
dentes, como no caso da criança que cai da bicicleta, mas muitas vezes os
efeitos do trauma só se manifestam meses, ou até anos, depois. A fratura da
raiz, por exemplo, pode não ser aparente durante algum tempo até uma infecção
se desenvolver. Às vezes um dente que sofreu trauma foi tratado e funcionou bem
durante anos até a ressorção de a raiz ser detectada. Isto acontece quando o
corpo age contra si, atacando a superfície da raiz e frequentemente permitindo
o crescimento de osso por dentro do defeito assim criado.
Uma classe de trauma mais perniciosa
pode afetar a dentição e defeitos, não somente nos dentes, mas também no osso,
podem ocorrer após uma cirurgia para remover um tumor, por exemplo, ou em
consequência de um acidente de carro ou outros ferimentos. Este tipo de trauma
é muitas vezes agravado pela perda significante no volume ou na continuidade do
osso. Neste caso um procedimento de reconstrução do osso seria necessário antes
da reposição de dentes.
Doença
A causa mais comum de perda de dentes é
a doença periodontal, ou seja, uma infecção da gengiva e das estruturas que
apoiam o dente e que leva à perda de osso. Isto pode chegar ao ponto dos dentes
caírem ou serem tão comprometidos que tem que ser extraídos. Cárie também pode
chegar ao ponto em que a restauração seja impossível, como pode levar à
infecção do osso em torno da ponta da raiz. Neste caso seria necessário extrair
o dente para prevenir complicações.
Falha Mecânica
Ás vezes os dentes são extraídos por
causa de fissuras provocadas pelos hábitos de apertar e ranger os dentes,
conhecidos como bruxismo, ou por motivos mecânicos devidos a falta de apoio dos
outros dentes, o que sujeita os dentes que remanesceram à fortes tensões.
·
Dente fissurado
·
Dente quebrado
·
Cárie
·
Doença periodontal
Dentes perdidos podem ser substituídos
de várias maneiras.
Qualquer uma delas pode ser apropriada
para você a depender das circunstancias. Os implantes dentários vêm se
popularizando por vários motivos, entre eles a longevidade, resistência e
estabilidade que o tratamento oferece, sem falar da previsibilidade da
tecnologia atual. Outras opções comuns incluem a ponte fixa e a dentadura.
Fonte: www.osseo.org/toothReplacement
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Mau hálito, causas e tratamentos.
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| Dr. Rodrigo Costa E Silva |
O mau hálito ou halitose(nome científico) não é uma doença e sim, um sinal ou sintoma de que algo no organismo está em desequilíbrio, que deve ser identificado e tratado. A crença de o estômago provocar o mau hálito talvez seja o maior mito na área de saúde da atualidade, que graças aos esforços da Associação Brasileira da e de seus associados, vem sendo desmistificada.
Segundo a associação brasileira de Halitose que há mais de 60 causas de Halitose.Dentre elas as mais comuns são:
- Inflamação na gengiva
- Má escovação dos dentes e da língua
- Falta de salivação
- Prisão de ventre
- Estresse
- Má alimentação
- Consumo só de carne e derivados do leite
A saburra lingual, as doenças da gengiva (gengivite e periodontite) e os cáseos amigdalianos estão presentes em quase 100 % dos casos de alterações do hálito de origem bucal.
As doenças da gengiva bem como várias outras causas de alteração do hálito de origem bucal (dentes semi-inclusos, excessos de tecido gengival, feridas cirúrgicas, cáries abertas e extensas, próteses mal adaptadas, abscessos, estomatites, miíase, cistos dentígeros e câncer bucal) podem ser facilmente identificadas e tratadas (ou encaminhadas para tratamento) por um Cirurgião Dentista experiente.
A saburra lingual, é uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada localizada no dorso posterior (fundo) da língua, que se forma basicamente quando estamos frente a uma diminuição da produção de saliva ou de uma descamação epitelial (minúsculos pedacinhos de pele que se desprendem dos lábios e bochechas) acima dos limites normais (ou fisiológicos) ou ainda, em ambas as situações.
Os cáseos amigdalianos são como "massinhas" que se formam em pequenas cavidades existentes nas amígdalas (criptas amigdalianas). A composição do cáseos amigdalianos é similar à da saburra lingual, e são formados pelo mesmo mecanismo, ou seja, descamação epitelial e/ou redução do fluxo salivar. Ele pode ser expelido durante a fala,
Como identificar o mau hálito ?
Um truque bastante simples de fazer é Passar a língua no pulso e esperar uns minutos para sentir se tem mau hálito. Em alguns casos, o nariz se acostuma com o cheiro e deixa de percebê-lo. Aí, não identificamos se é intenso. Ou caso prefira dê um assopro próximo á uma pessoa de confiança e pergunte se essa pessoa sentiu se seu hálito está ruim.
Quando é normal ter mau hálito?
- Ao acordar, por causa das muitas horas de jejum, mas só até escovar os dentes.
- Depois de comer alimentos , como alho e cebola, que deixam mal cheiro na boca
- Em situações estressantes.
- Após ficar mais de três horas sem comer.
Possui tratamento?
Sim! Porém é necessário seguir à risca algumas regras. É necessário uma boa higienização (escovar os dentes três vezes ao dia, passar fio dental e visitar o dentista a cada seis meses) E caso o mau hálito persista? Então, é preciso procurar um profissional para investigar a causa. O tratamento pode ser só uma boa limpeza nos dentes.
Após essas medidas, se o mau hálito permanece, fique em alerta, pode ser sinal de doenças mais graves como diabetes e câncer. Consulte um médico para o diagnóstico certo.
Entre em contato pelo número: 31 3274-8845 ou se preferir pelo WhatsApp
31 9 9967-8845
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