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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

ABSCESSO DENTÁRIO





O abscesso dentário é o acúmulo de pus, formando uma bolsa com conteúdo purulento no osso ou na gengiva que circunda o dente acometido. Pode se apresentar de forma aguda quando o paciente apresenta inchaço na boca de início abrupto ou de forma crônica quando a infecção é gradativa apresentando assim poucos sintomas.
Existem 2 formas de abscessos nos dentes:
– Abscesso da polpa do dente (canal que existe no interior do dente onde encontram-se os vasos sanguíneos e nervos)
– Abscesso entre o dente e a gengiva
Quando o abscesso é originado na polpa dentária, normalmente causado por cáries que invadem a polpa, este abscesso será visualizado no envolto da raíz do dente (peri-radicular) envolvido através da radiografia.
Causas do Abscesso Dentário:
Ocorre quando bactérias invadem e infectam um dente, como resultado desta infecção temos a formação do pús (células mortas), este ficando acumulado no tecido forma o abscesso.
Condições que permitem que as bactérias invadam um dente:
– Cárie dentária
– Ruptura ou quebra de um dente, o que permite a entrada de bactérias na polpa
– Alimentos ou outro material estranho que fique retido na gengiva pode levar a uma infecção bacteriana na área em torno dos dentes.
– Doença periodontal
          As causas mais comuns de abscesso dentário são: cáries que invadem a polpa dentária e doença periodontal (acúmulo de tártaro com perda do osso que sustenta o dente).


Sinais e Sintomas do Abscesso Dentário:

O conjunto dos sinais e sintomas abaixo fazem parte do quadro de abscesso dentário:

– Dor latejante e persistente no dente ou área da gengiva
– Dor ao morder com o dente afetado
– Gengiva avermelhada e aumentada de volume
– Febre
– Gânglios do pescoço inchados
– Dente escurecido
– Presença de pús nas gengivas
Se você está com este conjunto de sinais e sintomas ou parte dele, procure o seu dentista, pois se não tratado, o abscesso dentário pode causar perda do dente e dos tecidos circundantes, podendo também ocorrer a disseminação da infecção.
Tratamento:
Durante a consulta com seu dentista será identificado a causa do abscesso e a possibilidade de drenagem. O dentista irá prescrever anti-inflamatórios e antibióticos de acordo com a necessidade.
Se a causa for pela invasão da cárie na polpa, sem outras complicações, o dentista irá realizar o tratamento de canal (tratamento endodôntico).
Se a infecção for de origem periodontal (bactérias que penetram entre o dente e a gengiva), será realizado o tratamento periodontal através de raspagens e alisamento das raízes dentárias acometidas.
Prevenção:
Para evitar o abscesso dentário, as orientações abaixo deverão ser seguidas rotineiramente:

– Escovar os dentes após as principais refeições, utilizando a técnica correta
– Usar fio dental diariamente
– Consultar seu dentista a cada 6 meses.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Saiba o que o hábito de roer as unhas pode causar a sua saúde bucal.

Roer as unhas é um vício que muitas pessoas possuem .  O problema desse vício é que  as consequências  ocasionadas com esse mau hábito não é só para as unhas, sua saúde dental pode sofrer muito mais do que a sua manicure.
Segundo a Academy of General Dentistry, crianças ou adultos que roem as unhas podem fraturar, lascar ou desgastar os dentes anteriores por conta do estresse causado pelo hábito. E aqueles que usam aparelhos ortodônticos criam para seus dentes um risco ainda maior de reabsorção radicular (um encurtamento das raízes) ou perda dental, uma vez que os aparelhos já expõem os dentes a uma pressão aumentada.
 Estudo também revelaram  que pacientes que roem as unhas, mastigam lápis ou apertam os dentes podem apresentar risco aumentado de bruxismo — ação não intencional de ranger ou apertar os dentes que pode causar dor facial, dores de cabeça, sensibilidade dentária, retração da gengiva e perda dental.
Outros riscos para a saúde dental dos roedores de unhas podem incluir feridas, lacerações dos tecidos gengivais provocadas pelos bordos cortantes das unhas e contaminação por bactérias de outras partes do corpo levadas à boca e da boca levadas ao leito da unha ou corrente sangüínea.

Os pacientes podem achar que usar um protetor bucal pode deter o hábito e ajudar a evitar mais danos aos dentes. Alguns dentistas também ajudam o paciente a usar técnicas de terapia, como aprender a repousar a língua para cima com os dentes afastados e os lábios cerrados para evitar danos aos dentes

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Causas da perda de dente

Qual é a causa da perda de dente?
A perda de dentes ocorre por vários motivos – ausência congenital, trauma, cárie ou doença periodontal e também por falha mecânica.
Ausência congenital
Não é rara a ausência congenital de um dente. O caso mais comum é o do dente primário que não tem um dente definitivo para substitui-lo. Frequentemente isto se nota apenas na adolescência quando o dente de leite cai, mas às vezes o dente primário permanece até falhar por falta de apoio da raiz ou por causa de alguma doença. Neste caso teria que ser removido. Antes de inserir um implante no lugar de um dente ausente, é importante que o dentista verifique que não existe um botão, ou broto dental, no osso. Os dentes ausentes mais comuns são os da maxila, principalmente os incisivos laterais e os pré-molares.
Trauma
O trauma pode causar a perda imediata de dentes, como no caso da criança que cai da bicicleta, mas muitas vezes os efeitos do trauma só se manifestam meses, ou até anos, depois. A fratura da raiz, por exemplo, pode não ser aparente durante algum tempo até uma infecção se desenvolver. Às vezes um dente que sofreu trauma foi tratado e funcionou bem durante anos até a ressorção de a raiz ser detectada. Isto acontece quando o corpo age contra si, atacando a superfície da raiz e frequentemente permitindo o crescimento de osso por dentro do defeito assim criado.
Uma classe de trauma mais perniciosa pode afetar a dentição e defeitos, não somente nos dentes, mas também no osso, podem ocorrer após uma cirurgia para remover um tumor, por exemplo, ou em consequência de um acidente de carro ou outros ferimentos. Este tipo de trauma é muitas vezes agravado pela perda significante no volume ou na continuidade do osso. Neste caso um procedimento de reconstrução do osso seria necessário antes da reposição de dentes.
Doença
A causa mais comum de perda de dentes é a doença periodontal, ou seja, uma infecção da gengiva e das estruturas que apoiam o dente e que leva à perda de osso. Isto pode chegar ao ponto dos dentes caírem ou serem tão comprometidos que tem que ser extraídos. Cárie também pode chegar ao ponto em que a restauração seja impossível, como pode levar à infecção do osso em torno da ponta da raiz. Neste caso seria necessário extrair o dente para prevenir complicações.
Falha Mecânica
Ás vezes os dentes são extraídos por causa de fissuras provocadas pelos hábitos de apertar e ranger os dentes, conhecidos como bruxismo, ou por motivos mecânicos devidos a falta de apoio dos outros dentes, o que sujeita os dentes que remanesceram à fortes tensões.
·       Dente fissurado
·       Dente quebrado
·       Cárie
·       Doença periodontal
Dentes perdidos podem ser substituídos de várias maneiras.
Qualquer uma delas pode ser apropriada para você a depender das circunstancias. Os implantes dentários vêm se popularizando por vários motivos, entre eles a longevidade, resistência e estabilidade que o tratamento oferece, sem falar da previsibilidade da tecnologia atual. Outras opções comuns incluem a ponte fixa e a dentadura.


Fonte: www.osseo.org/toothReplacement

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Mau hálito, causas e tratamentos.

Dr. Rodrigo Costa E Silva



        O mau hálito ou halitose(nome científico) não é uma doença e sim, um sinal ou sintoma de que algo no organismo está em desequilíbrio, que deve ser identificado e tratado. A crença de o estômago provocar o mau hálito talvez seja o maior mito na área de saúde da atualidade, que graças aos esforços da Associação Brasileira da e de seus associados, vem sendo desmistificada.

       Segundo a associação brasileira de Halitose que há mais de 60 causas de Halitose.Dentre elas as mais comuns são:

- Inflamação na gengiva
- Má escovação dos dentes e da língua
- Falta de salivação
- Prisão de ventre
- Estresse
- Má alimentação
- Consumo só de carne e derivados do leite


         A saburra lingual, as doenças da gengiva (gengivite e periodontite) e os cáseos amigdalianos estão presentes em quase 100 % dos casos de alterações do hálito de origem bucal.

          As doenças da gengiva bem como várias outras causas de alteração do hálito de origem bucal (dentes semi-inclusos, excessos de tecido gengival, feridas cirúrgicas, cáries abertas e extensas, próteses mal adaptadas, abscessos, estomatites, miíase, cistos dentígeros e câncer bucal) podem ser facilmente identificadas e tratadas (ou encaminhadas para tratamento) por um Cirurgião Dentista experiente.

         A saburra lingual, é uma placa bacteriana esbranquiçada ou amarelada localizada no dorso posterior (fundo) da língua, que se forma basicamente quando estamos frente a uma diminuição da produção de saliva ou de uma descamação epitelial (minúsculos pedacinhos de pele que se desprendem dos lábios e bochechas) acima dos limites normais (ou fisiológicos) ou ainda, em ambas as situações.

       Os cáseos amigdalianos são como "massinhas" que se formam em pequenas cavidades existentes nas amígdalas (criptas amigdalianas). A composição do cáseos amigdalianos é similar à da saburra lingual, e são formados pelo mesmo mecanismo, ou seja, descamação epitelial e/ou redução do fluxo salivar. Ele pode ser expelido durante a fala,


Como identificar o mau hálito ?

       Um truque bastante simples de fazer é Passar a língua no pulso e esperar uns minutos para sentir se tem mau hálito. Em alguns casos, o nariz se acostuma com o cheiro e deixa de percebê-lo. Aí, não identificamos se é intenso. Ou caso prefira dê um assopro próximo á uma pessoa de confiança e pergunte se essa pessoa sentiu se seu hálito está ruim.


Quando é normal ter mau hálito? 

- Ao acordar, por causa das muitas horas de jejum, mas só até escovar os dentes.
- Depois de comer alimentos , como alho e cebola, que deixam mal cheiro na boca 
- Em situações estressantes.
- Após ficar mais de três horas sem comer.

Possui tratamento?

Sim! Porém é necessário seguir à risca algumas regras. É necessário uma boa higienização (escovar os dentes três vezes ao dia, passar fio dental e visitar o dentista a cada seis meses) E caso o mau hálito persista? Então, é preciso procurar um profissional para investigar a causa. O tratamento pode ser só uma boa limpeza nos dentes.

Após essas medidas, se o mau hálito permanece, fique em alerta, pode ser sinal de doenças mais graves como diabetes e câncer. Consulte um médico para o diagnóstico certo.






Entre em contato pelo número: 31 3274-8845 ou se preferir pelo WhatsApp 31 9 9967-8845

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Bruxismo, causas, sintomas, diagnóstico,tratamento.





O que é Bruxismo?

Se você acorda e os músculos da sua mandíbula estão doloridos ou com dor de cabeça, você pode estar sofrendo de bruxismo - um ranger ou um forte apertar dos dentes. O bruxismo pode fazer os dentes ficarem doloridos ou soltos, e, às vezes, partes dos dentes são literalmente desgastados. Eventualmente, o bruxismo pode acarretar a destruição do osso circunvizinho e do tecido da gengiva. O Bruxismo também pode levar a problemas que envolvam a articulação da mandíbula, como síndrome da articulação têmporo-mandibular (ATM).

Causas

Muitos médicos e dentistas podem desconhecer a causa, mas o bruxismo pode ocorrer devido ao estresse psicológico experimentado pelas pessoas no dia-a-dia. O estresse pode ter sua origem em fatores internos e externos. Os fatores internos podem ser os alimentos que você consome, seu nível de preparo físico, sua estabilidade emocional, estado de saúde geral, nível de bem-estar e o número de horas que você dorme todas as noites. Os fatores externos relacionados com o estresse psicológico têm a ver com o ambiente em que você vive, sua interação com as pessoas quando está em casa e a maneira em que você enfrenta os desafios do dia-a-dia. 


Sintomas

Além do desgaste e amolecimento dos dentes, dor de cabeça é o sintoma mais comum do bruxismo. Isso acontece porque a compressão exagerada dos dentes pode levar à isquemia dos vasos que entram no ápice da raiz e depois à necrose dos vasos, dos nervos e da polpa dentária.
Outros sintomas do bruxismo são dor e zumbido no ouvido, dor no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face por causa do esforço realizado pelos músculos da mastigação, estalos ao abrir e fechar a boca, alterações do sono. A intensidade e a frequência das crises podem variar de uma noite para outra.
Diagnóstico

Na maioria das vezes, a pessoa só sabe que é portadora de bruxismo, se alguém lhe contar o que presenciou enquanto ela dormia, ou quando procura assistência médica ou odontológica, porque os sintomas já se instalaram.
Além da avaliação clínica, a polissonografia é um exame importante para identificar o grau do distúrbio e orientar o tratamento.
Tratamento

Não se conhece, ainda, um tratamento eficaz para curar o bruxismo. Medicamentos ansiolíticos são úteis para o controle dos quadros de estresse e ansiedade que podem estar associados, mas não são a causa do distúrbio que, aliás, não está suficientemente esclarecida.
Os recursos mais indicados para o tratamento, porém, são as placas interoclusais flexíveis de silicone ou as placas rígidas de acrílico, moldadas segundo o formato da arcada dentária do paciente. Elas ajudam a restringir os movimentos dos músculos mastigatórios e a reduzir o atrito que provoca o desgaste e o abalo dos dentes.
Recomendações

* Consulte o dentista com regularidade;
* Evite apertar os dentes, quando estiver empenhado em uma tarefa ou situação mais complicada;
* Procure não mascar chicletes ou mordiscar sistematicamente objetos duros, como pontas de lápis e canetas, por exemplo;
* Faça exercícios. A prática regular de atividade física ajuda a controlar o estresse e as crises de ansiedade que podem favorecer o apertar dos dentes;
* Não se esqueça de colocar a placa interoclusal antes de dormir. Se o problema se manifestar também de dia, use-a sempre que possível.


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