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sexta-feira, 4 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Malformação dentária tem origem genética
Malformação dentária tem origem genética
Ter um dente maior ou menor que os outros, ou mesmo
ter menos ou mais dentes na boca pode ser herança de seus pais. A primeira
dentição de uma criança é formada ainda dentro do útero da mãe e a segunda, no
final da gestação e nos primeiros anos de vida. Os dentes pré-molares (aqueles
que ficam ao lado dos caninos, nas laterais), entre os 4 e 7 anos de idade. É
possível identificar as malformações dentárias desde que a criança é bem
pequena.
Segundo especialistas as malformações dentárias, como
micro e macrodontia, hipodontia e dentes supranumerários são causadas por
fatores genéticos, mas também por fatores locais, como a ingestão de
medicamentos antibióticos durante a gravidez. É o caso da tetraciclina, que
atualmente existe no mercado, mas não é mais prescrita para futuras mamães.
Quando o dentinho da criança é menor do que o
restante, ela tem microdentia. Além de fatores genéticos, pode ocorrer por uma
tentativa do dente de se dividir em dois aleatoriamente. Os motivos de isso
ocorrer ainda não são conhecidos e comprovados, mas uma das teorias é que a
causa seria um traumatismo. O diagnóstico é feito quando o dente nasce ou até
antes, através de radiografias. Pode ser apenas um dente menor ou o mesmo dente
dos dois lados da boca, como os dois caninos, por exemplo. “Não é comum que
apareça em vários dentes, é um problema mais localizado”, afirma a professora.
O tratamento é normalmente estético, a fim de aumentar o dentinho. Se a criança
não tem esse problema na primeira dentição, não quer dizer que não possa
desenvolver na segunda.
A macrodontia é o oposto, quando o dente nasce maior
que o normal. É um problema genético mais complicado do que a micro, porque
para diminuí-lo, provavelmente seja preciso também fazer um tratamento de
canal. Mas não se desespere se seu filho tem dentes maiores, o problema tem
solução. Após o canal, é feita a redução da polpa do dente. Para saber se o
tamanho do dente configura a macrodontia, é só olhar para ele e compará-lo com
os outros, pois a desproporção é grande e vista facilmente. Tanto a micro
quanto a macrodontia não são comuns na primeira dentição.
Mais
ou menos dentes que o padrão
Outras alterações, também genéticas, são a hipodontia
ou os dentes supranumerários, os últimos sendo comuns entre 2 a 3% da população
mundial. No primeiro problema, nascem menos dentes do que o padrão (na primeira
dentição, 20 dentes, na segunda, 32 contando os quatro sisos). Se forem muitos
dentes faltantes, os dentistas chamarão o problema de agenesia. Mais comum em
meninas, é tratada com próteses espaciais removíveis ou mantenedores de espaço,
até que a criança pare de crescer (em meninas, é em torno dos 18 anos, e em
meninos, entre 20 e 21). Após essas idades, é possível realizar os implantes
necessários. O diagnóstico também é feito com visitas periódicas ao dentista,
que com radiografias pode identificar o problema a partir dos três anos do bebê
- antes disso fica mais difícil, pois a criança não para suficientemente quieta
para a realização do raio X.
Já os dentes supranumerários são aqueles que nascem a
mais do que a dentição padrão e são mais comuns nos meninos. O dente extra pode
nascer em qualquer idade e pode ser extraído para solucionar o problema.
Depois, é feito um alinhamento do restante, com o uso de aparelho dentário, se
necessário. “Todos esses problemas têm origem genética. O melhor é ter um
acompanhamento profissional adequado. Principalmente se houver casos
semelhantes na família”, alerta a professora.
Entre em contato e marque seu horário:
Tel. (31) 3274-8845 ou 99967-8845
Entre em contato e marque seu horário:
Tel. (31) 3274-8845 ou 99967-8845
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
ABSCESSO DENTÁRIO
O
abscesso dentário é o acúmulo de pus, formando uma bolsa com conteúdo purulento
no osso ou na gengiva que circunda o dente acometido. Pode se apresentar de
forma aguda quando o paciente apresenta inchaço na boca de início abrupto ou de
forma crônica quando a infecção é gradativa apresentando assim poucos sintomas.
Existem
2 formas de abscessos nos dentes:
–
Abscesso da polpa do dente (canal que existe no interior do dente onde
encontram-se os vasos sanguíneos e nervos)
–
Abscesso entre o dente e a gengiva
Quando
o abscesso é originado na polpa dentária, normalmente causado por cáries que
invadem a polpa, este abscesso será visualizado no envolto da raíz do dente
(peri-radicular) envolvido através da radiografia.
Causas
do Abscesso Dentário:
Ocorre
quando bactérias invadem e infectam um dente, como resultado desta infecção
temos a formação do pús (células mortas), este ficando acumulado no tecido
forma o abscesso.
Condições
que permitem que as bactérias invadam um dente:
– Cárie dentária
– Ruptura ou quebra de um dente, o que permite a entrada de bactérias na polpa
– Alimentos ou outro material estranho que fique retido na gengiva pode levar a uma infecção bacteriana na área em torno dos dentes.
– Doença periodontal
– Ruptura ou quebra de um dente, o que permite a entrada de bactérias na polpa
– Alimentos ou outro material estranho que fique retido na gengiva pode levar a uma infecção bacteriana na área em torno dos dentes.
– Doença periodontal
As causas mais comuns de abscesso dentário são: cáries que
invadem a polpa dentária e doença periodontal (acúmulo de tártaro com perda do
osso que sustenta o dente).
Sinais
e Sintomas do Abscesso Dentário:
O conjunto dos sinais e sintomas abaixo
fazem parte do quadro de abscesso dentário:
– Dor latejante e persistente no dente ou área da
gengiva
– Dor ao morder com o dente afetado
– Gengiva avermelhada e aumentada de volume
– Febre
– Gânglios do pescoço inchados
– Dente escurecido
– Presença de pús nas gengivas
– Dor ao morder com o dente afetado
– Gengiva avermelhada e aumentada de volume
– Febre
– Gânglios do pescoço inchados
– Dente escurecido
– Presença de pús nas gengivas
Se você está com este conjunto de sinais
e sintomas ou parte dele, procure o seu dentista, pois se não tratado, o
abscesso dentário pode causar perda do dente e dos tecidos circundantes,
podendo também ocorrer a disseminação da infecção.
Tratamento:
Durante a consulta com seu dentista será
identificado a causa do abscesso e a possibilidade de drenagem. O dentista irá
prescrever anti-inflamatórios e antibióticos de acordo com a necessidade.
Se a causa for pela invasão da cárie na
polpa, sem outras complicações, o dentista irá realizar o tratamento de canal
(tratamento endodôntico).
Se a infecção for de origem periodontal
(bactérias que penetram entre o dente e a gengiva), será realizado o tratamento
periodontal através de raspagens e alisamento das raízes dentárias acometidas.
Prevenção:
Para evitar o abscesso dentário, as
orientações abaixo deverão ser seguidas rotineiramente:
– Escovar os dentes
após as principais refeições, utilizando a técnica correta
– Usar fio dental diariamente
– Consultar seu dentista a cada 6 meses.
– Usar fio dental diariamente
– Consultar seu dentista a cada 6 meses.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Saiba o que o hábito de roer as unhas pode causar a sua saúde bucal.
Roer as unhas é um vício que muitas pessoas possuem . O problema desse vício é que as consequências ocasionadas com esse mau hábito não é só para as unhas, sua saúde dental pode
sofrer muito mais do que a sua manicure.
Segundo a Academy of General Dentistry, crianças ou
adultos que roem as unhas podem fraturar, lascar ou desgastar os dentes
anteriores por conta do estresse causado pelo hábito. E aqueles que usam
aparelhos ortodônticos criam para seus dentes um risco ainda maior de reabsorção
radicular (um encurtamento das raízes) ou perda dental, uma vez que os
aparelhos já expõem os dentes a uma pressão aumentada.
Estudo também revelaram que pacientes que roem as
unhas, mastigam lápis ou apertam os dentes podem apresentar risco aumentado de
bruxismo — ação não intencional de ranger ou apertar os dentes que pode causar
dor facial, dores de cabeça, sensibilidade dentária, retração da gengiva e
perda dental.
Outros riscos para a saúde dental dos roedores de
unhas podem incluir feridas, lacerações dos tecidos gengivais provocadas pelos
bordos cortantes das unhas e contaminação por bactérias de outras partes do
corpo levadas à boca e da boca levadas ao leito da unha ou corrente sangüínea.
Os pacientes podem achar que usar um protetor bucal
pode deter o hábito e ajudar a evitar mais danos aos dentes. Alguns dentistas
também ajudam o paciente a usar técnicas de terapia, como aprender a repousar a
língua para cima com os dentes afastados e os lábios cerrados para evitar danos
aos dentes
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