Seguidores

segunda-feira, 16 de maio de 2016

ABSCESSO DENTÁRIO, CAUSA, SINTOMAS E TRATAMENTO

ABSCESSO DENTÁRIO


O abscesso dentário é o acúmulo de pus, formando uma bolsa com conteúdo purulento no osso ou na gengiva que circunda o dente acometido. Pode se apresentar de forma aguda quando o paciente apresenta inchaço na boca de início abrupto ou de forma crônica quando a infecção é gradativa apresentando assim poucos sintomas.
Existem 2 formas de abscessos :
– Abscesso da polpa do dente (canal que existe no interior do dente onde encontram-se os vasos sanguíneos e nervos)
– Abscesso entre o dente e a gengiva
Quando o abscesso é originado na polpa dentária, normalmente causado por cáries que invadem a polpa, este abscesso será visualizado no envolto da raíz do dente (peri-radicular) envolvido através da radiografia.
Causas do Abscesso Dentário:
Ocorre quando bactérias invadem e infectam um dente, como resultado desta infecção temos a formação do pús (células mortas), este ficando acumulado no tecido forma o abscesso.
Condições que permitem que as bactérias invadam um dente:
– Cárie dentária
– Ruptura ou quebra de um dente, o que permite a entrada de bactérias na polpa
Alimentos ou outro material estranho que fique retido na gengiva pode levar a uma infecção bacteriana na área em torno dos dentes.
–Doença periodontal 

As causas mais comuns de abscesso dentário são: cáries que invadem a polpa dentária e doença periodontal (acúmulo de tártaro com perda do osso que sustenta o dente).
Sinais e Sintomas do Abscesso Dentário:
O conjunto dos sinais e sintomas abaixo fazem parte do quadro de abscesso dentário:
– Dor  latejante e persistente no dente ou área da gengiva
– Dor ao morder com o dente afetado
– Gengiva avermelhada e aumentada de volume
– Febre
– Gânglios do pescoço inchados
– Dente escurecido
– Presença de pus nas gengivas
Se você está com este conjunto de sinais e sintomas ou parte dele, procure o seu dentista, pois se não tratado, o abscesso dentário pode causar perda do dente e dos tecidos circundantes, podendo também ocorrer a disseminação da infecção.
Tratamento:
Durante a consulta com seu dentista será identificado a causa do abscesso e a possibilidade de drenagem. O dentista irá prescrever anti-inflamatórios e antibióticos de acordo com a necessidade.
Se a causa for pela invasão da cárie na polpa, sem outras complicações, o dentista irá realizar o tratamento de canal (tratamento endodôntico).
Se a infecção for de origem periodontal (bactérias que penetram entre o dente e a gengiva), será realizado o tratamento periodontal através de raspagens e alisamento das raízes dentárias acometidas.
Prevenção:
Para evitar o abscesso dentário, as orientações abaixo deverão ser seguidas rotineiramente:
– Escovar os dentes após as principais refeições, utilizando a técnica correta
– Usar fio dental diariamente
– Consultar seu dentista a cada 6 meses



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Gestante pode ir ao dentista ? Respostas a dúvidas frequentes


 Odontologia para Gestantes

    Muita gestante tem dúvida quanto á procurar ou não um dentista. O período de gravides merece atenção especial dos dentes, em qualquer idade gestacional, ela poderá ser atendida, embora o segundo trimestre seja o momento mais oportuno, porque, nessa fase ela se encontra num período de maior estabilidade.

      Não existe risco para o bebe desde que o dentista conheça o efeito dos anestésicos e as alterações que ocorrem durante a gravidez. As gestantes podem apresentar uma elevação da pressão arterial e isso deve ser levado em conta. 0 dentista, juntamente com o ginecologista, deverá escolher o anestésico apropriado. No primeiro trimestre (período da embriogênese), as radiografias devem ser evitadas. No caso de tomadas radiográficas serem imprescindíveis, o avental de chumbo deverá ser utilizado em qualquer fase gestacional.


      Um estudo realizado por pesquisadores das Universidades Case Western Reserve e Yale, nos Estados Unidos, mostrou que doenças periodontais podem levar a partos prematuros.  Para o estudo, foi avaliado o líquido amniótico de 46 mulheres com gravidez de alto risco. Dessas, 21 tiveram o bebê antes da hora e o exame foi positivo para bactérias para 19 mulheres. Segundo o cirurgião dentista Arnaldo Takahashi, quando há uma doença periodontal causada por bactéria, o organismo libera substâncias de defesa. Uma delas é a prostaglandina, que pode induzir a contração uterina, gerar um parto prematuro e crianças de baixo peso.

           Por isso, o melhor é se prevenir: fazer um controle com o seu dentista, para remover placas e tártaros, manter uma boa escovação e não abrir mão do uso do fio dental. “Antibióticos só em casos de emergência. E se houver necessidade há anestésicos especiais que podem ser usados na gestação”.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Entenda o que é canal, e como é o tratamento.

Um dentista ou endodontista realiza o tratamento de canal para tratar problemas relacionados com a parte central do dente, a polpa dentária. No passado, dentes com polpas comprometidas eram frequentemente extraídos. Atualmente, o tratamento de canal confere aos dentistas uma maneira segura de salvar dentes.
A polpa dentária é o tecido mole que contém nervos, vasos sanguíneos e tecido conjuntivo. Ela está localizada no interior do dente e se estende da coroa dentária à ponta da raiz dentária. A raiz dentária está inserida dentro do osso da maxila ou mandíbula.

Quando a polpa está doente ou sofreu lesões e não consegue se recuperar sozinha, ela necrosa. As causas mais comuns de necrose pulpar são fratura dentária ou cárie dentária profunda. Esses dois problemas podem permitir que bactérias entrem na polpa, causando uma infecção dentro do dente.
Se o problema não for tratado, forma-se uma coleção purulenta (pus) na ponta da raiz dentro do osso maxilar ou mandibular, chamada de abscesso. Um abscesso pode causar danos no osso ao redor do dente. Quando a polpa infectada não é removida, podem resultar dor e edema (inchaço). Alguns subprodutos da infecção podem causar lesões nos ossos maxilares. Sem tratamento, seu dente pode precisar ser extraído.
O tratamento de canal, geralmente, requer de uma a três visitas. Durante o tratamento, um dentista clínico geral ou endodontista (dentista especializado em problemas da polpa) remove a polpa comprometida. A câmara pulpar e o canal radicular do dente são desinfetados e obturados.

Um dente restaurado pode durar a vida toda se você continuar a cuidar dos dentes e gengiva. Entretanto, check-ups regulares são necessários. Uma vez que a raiz dentária de um dente tratado é nutrida pelos tecidos ao seu redor, seu dente permanecerá saudável.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Sorria

Além de fazer bem para a alma, o ato de sorrir melhora a elasticidade da pele, combate rugas e flacidez e ativa a circulação sanguínea, garantindo hidratação e retardando o envelhecimento cutâneo. A afirmação tem base científica, já que, ao dar boas risadas, movimenta-se 12 músculos faciais, número que dobra quando liberamos deliciosas gargalhadas. E é justamente esse estímulo muscular, aliado à liberação da serotonina e da endorfina - substâncias ligadas à sensação de bem-estar -, que prolonga a firmeza e o aspecto jovial da pele.

quinta-feira, 7 de abril de 2016


Transformação Estética

Atualmente, a aparência ganhou influência sobre o comportamento das pessoas. Por conta disto, a odontologia apresenta técnicas restauradoras e protéticas mais modernas, que visam, além da reabilitação da função mastigatória, a recuperação do fator estético.



terça-feira, 5 de abril de 2016

Enxaguantes bucais podem causar algum mal á saúde ?


Os enxaguantes bucais, também conhecidos como antissépticos bucais, são produtos recomendados pelos dentistas para casos bastante específicos, mas sempre como uma complementação do processo de higienização mecânica (indispensável) que é feito com o fio dental e a escovação com pasta.

Os pacientes, por sua vez, sempre devem informar ao dentista caso estejam fazendo uso por conta própria de algum enxaguante. Mesmo sendo vendidos livremente no mercado, existem produtos que podem causar reações indesejáveis, mesmo que apresente uma eficiente ação antibacteriana.

A clorexidina é um exemplo de componente que pode estar nesses produtos e que pode levar ao surgimento de manchas nos dentes e na língua.

Desenvolvida em 1940, na Inglaterra, essa substância tem sido muito estudada dentro da Odontologia, sendo indicada para tratamentos coadjuvantes na desinfecção pré-cirúrgica da boca e também como coadjuvante na higienização pós-cirurgia, com excelentes resultados por sua ação bactericida e antifúngica.

Várias evidencias justificam o uso de bochechos de clorexidina pré-cirurgicamente, com o objetivo de evitar a bacteremia.

Mas o uso da clorexidina sem o devido acompanhamento e orientação profissional tende a causar manchas amarelas ou acinzentadas nos dentes, além de manchas acastanhadas na língua, causando também distúrbios no paladar. Isso pode ocorrer sobretudo em zonas que não foram adequadamente escovadas pelo paciente.

O risco de câncer de boca e de laringe também já foi associado ao uso indiscriminado de enxaguantes bucais, mas sem consenso na comunidade científica. Alguns estudos afirmam que esses riscos se dão devido à presença de álcool etílico nas fórmulas dos enxaguantes, em concentrações médias na casa dos 10%, mas que podem chegar a 20%, em alguns casos.

De acordo com o professor Michael McCulloch, da ‘Australian Dental Association’s therapeutics’ , o álcool aumenta a permeabilidade da mucosa a substâncias cancerígenas, assim como faz a nicotina. Existe, inclusive, um movimento que defende que as embalagens dos enxaguantes deveriam trazer alertas sobre o risco de câncer.

Devido a essa polêmica, mesmo ainda não estando totalmente comprovada a relação direta entre enxaguantes bucais e o câncer, muitos fabricantes já produzem enxaguantes bucais sem álcool.

Pelas razões descritas acima, nunca é demais frisar que a diferença entre o veneno e remédio pode estar na dose. O uso de antissépticos bucais, apesar da sua livre comercialização, pode acarretar efeitos indesejáveis, apesar dos benefícios que proporcionam. Por isso, preferencialmente, essas substâncias devem ser indicadas apenas pelo dentista, que irá considerar as necessidades específicas de cada paciente e as circunstâncias em que a utilização deve ser feita.

No geral, podemos afirmar que uma pessoa que escova seus dentes corretamente, que usa fio dental e que possui uma boa dieta não necessita utilizar um antisséptico bucal.

ALGUMAS SITUAÇÕES EM QUE DENTISTAS INDICAM ANTISSÉPTICOS

– Em associação a tratamentos periodontais, por um tempo determinado;

– Após cirurgias orais para evitar infecção pós-operatória;

– Para pacientes com estomatite por uso de próteses totais (dentaduras);

– Para pacientes com fixação mandibular em cirurgias ortognaticas;

– Para controle de biofilme bacteriano em pacientes com necessidades especiais;

– Para pacientes com comprometimento imunitário (pessoas em tratamentos de quimio e/ou radioterapia e pacientes soropositivos, por exemplo), que são especialmente predispostos a infecções bucais.